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| 19/11/2009 |
Poemas que latem ao coração + The best of Poetas do Tietê

Não perca a conta, faltam 19 dias para o sarau dos saraus:

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Lançamento do livro "Poemas que latem ao coração", com a presença do poeta Ulisses Tavares, Luisa Mell e de vários poetas integrantes da coletânea - inclusive euzinho aqui.: dia 28/11 às 15:00H no Pet Center Marginal Avenida Presidente Castelo Branco, 1795

Compareça e COMPRE O LIVRO! Além de ser um ótimo e original presente de Natal toda a renda será revertida para entidades que cuidam dos cãezinhos abandonados
Escrito por Paulo DAuria às 14h50
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| 13/11/2009 |
A poesia de todas as coisas + Convite
É verdade que o poeta vive em busca da poesia em todas as coisas. Mas não se trata de uma cruzada pela beleza, como acreditam os adolescentes românticos. A poesia está na essência das coisas, essência essa nem sempre bonita de se ver. ++++++++++++++++++++++++++++++++++++++ Programe-se, falta 1 mês para o sarau dos saraus! The Best Of Poetas do Tietê! 
Escrito por Paulo DAuria às 18h27
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| 09/11/2009 |
Jaboticabas apanhadas no pé

Feito sonhos, quantos poemas já não foram tramados sob o barulho da chuva? Eu não tenho a pretensão, às vésperas de 2010, de ser ou soar novo, inédito, dizer o que nem Proust, Pessoa ou Padre António Vieira tenham dito ainda. Não. Feito jabuticabas apanhadas no pé, aquelas com que a menina foliou-se aos 10 anos na casa da avó vão ser sempre as mais doces. E não é que não façam mais jabuticabas como antigamente; não, agora mesmo, 20 anos depois, outra menina de 10 anos está descobrindo as suas. Apenas isso almejo enquanto poeta, conquistar um leitor. Que seja um poema meu que leve uma pessoa a entender que a poesia é tão essencial à vida quanto a chuva, os sonhos e os frutos. Se uma pessoa guardar um poema meu como o deflagrador desta simples descoberta, pronto, terá valido a pena escrever de novo e de novo e de novo o que os mestres me ensinaram. Terá valido a pena catar os piolhos de Rimbaud, recolher os miolos de Maiakovski, cuspir o sangue de Bandeira.
Escrito por Paulo DAuria às 16h14
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| 06/11/2009 |
 Imagem: Salvador Dali, O homem invisível
São os poetas transparentes, transparentes como o silêncio? Beijo, respiro, bebo, como o silêncio? Fingidores que são, podem ser inclusive transparentes esses poetas? Fingidor-eu? Fingidor-Pessoa? Fingidor-você? Quantos e tais segredos guardam as cristaleiras do silêncio? Transparências ocultas nos meios-tons dos entardeceres, laranja, azul, vermelho, amarelo. Lápis, um transparente poeta fingindo em silêncio.
Escrito por Paulo DAuria às 14h58
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